Compositor: Tierra Santa
A voz de um navio vem
Da pra ver como vira e se previne
A toda velocidade escapar
Que eu sou o rei do mar
E minha fúria tens de temer
Nas presas eu divido
O roubado por igual
Só quero por riqueza
A beleza sem rival
Sentenciado estou a morte
Eu rio, não me abandonei a sorte
E ao mesmo que me condera
Pendurarei em algum mastro
Quem sabe em seu próprio navio
E se pergunto, "o que é a vida?"
Por perdida ja a dei
Quando o jugo de escravo
Como destemido, eu tremi
É minha música preferida
Ventos fortes, o rugido e o tremor
Dos cabos sacudidos
Do negro mar os rugidos
E o rugir dos meus canhões
E do troar ao som violento
E do vento a ressoar
Eu durmo sossegado
Embalado pelo mar
Que é meu barco, meu tesouro
Que é meu Deus, minha liberdade
Minha lei, a força e o vento
Minha única patria o mar